Opinião/Informação:
Esta imagem retrata a dura realidade e o sacrifício do pecuarista no Amazonas, vivendo em condições simples e muitas vezes isoladas, como a casa sobre palafitas ao redor dos animais. É um registro visual da resiliência de quem produz em uma das regiões mais desafiadoras do país. É lamentável que muitos que criticam a pecuária na região muitas vezes não compreendem os desafios locais e desconhecem a realidade de quem vive no Amazonas. Muitos desses nem aqui nasceram, mas são ótimos para travar nosso povo. Essas críticas, por vezes, parecem ignorar a responsabilidade histórica de nações desenvolvidas que se industrializaram com altas emissões de carbono, enquanto agora exigem que regiões em desenvolvimento assumam o ônus da preservação sem oferecer o apoio necessário. Essas nações injetam recursos em ONGs ambientalistas para impedir nosso desenvolvimento. A pecuária no Amazonas é essencial para a segurança alimentar local, fornecendo carne, leite e derivados para as mesas de milhões de amazonenses. No entanto, é importante lembrar que a sustentabilidade é um pilar fundamental para o desenvolvimento da região. As leis brasileiras são rigorosas, permitindo que apenas uma pequena porcentagem da área de propriedade seja utilizada para atividades produtivas, o que demonstra o compromisso do setor com a preservação ambiental. Fato que não acontece nos países poluidores, coincidentemente os mesmos que jorram dinheiro em ONGs. Nesse contexto, é fundamental valorizar as lideranças políticas que defendem os interesses do Amazonas de forma equilibrada e fundamentada. O senador Plínio Valério tem se destacado por sua postura firme e por sua atuação em defesa do estado e de seus produtores, buscando sempre soluções que conciliem o desenvolvimento econômico com a proteção do meio ambiente, como tem sido visto em sua atuação na CPI das ONGs. Aldo Rebelo é outro nome que não podemos esquecer, mas inaceitavelmente aparece com apenas 1% de intenção de voto para presidente. Somos otários em estimular a polarização. É necessário que continuemos lutando para que as políticas públicas já existentes cheguem na ponta e que garantam um futuro sustentável e próspero para a região amazônica, onde o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental caminhem de mãos dadas.
THOMAZ RURAL




