Opinião/Informação:
O Amazonas já possui cerca de 60% do seu território sob algum tipo de área protegida, mas as “estratégias” para engessar ainda mais a vida do nosso povo continuam avançando. Tenho visto Barcelos e Careiro Castanho na lista mais recente.
O mais preocupante é que, justamente nessas áreas, encontram-se alguns dos piores índices de desenvolvimento humano do Brasil. Quando ouço depoimentos como esses, percebo que a população está acordando. Cada vez mais pessoas entendem que a prometida melhoria de vida associada a certas demarcações e restrições não chega ao caboclo, ao ribeirinho e ao produtor rural.
Os benefícios acabam concentrados nas mãos de uma pequena parcela de falsos ambientalistas, que atendem muito mais à pressão internacional do que às necessidades reais de quem vive na Amazônia. O foco parece estar no dinheiro e nos privilégios, não nas pessoas e nem na própria floresta.
Eduardo Braga, Omar Aziz e Wilson Lima deram ouvidos a esses grupos. A pergunta que fica é: Roberto Cidade seguirá o mesmo caminho?
Seria importante que ele ouvisse atentamente estes dois depoimentos vindos de Barcelos, que retratam a realidade de quem vive e trabalha na região..
THOMAZ RURAL


