Assim está o igarapé do MINDU, em Manaus. Mas R$ 78 milhões indo para a “bioeconomia”.

Opinião:

Não consigo me conformar em ver na mídia R$ 78 milhões indo para BIOECONOMIA sendo a “salvação” para o guardião da floresta (repetindo os erros do passado) e ver, aqui na capital, o Igarapé do Mindu nessas condições, entregue aos urubus e poluição de toda ordem.

Enquanto isso, na França, um dos apoiadores do Fundo Amazônia, tendo o rio SENA despoluído e pronto para as Olimpíadas de Paris.

Só não enxerga quem realmente não quer ver.

Está tudo errado na área ambiental do Amazonas, município e Estado.

Abaixo, disponibilizo link do “PROJETO PLÁSTICO ZERO NOS IGARAPÉS”, parceria entre a FAS e a COCA COLA.

Pelo visto, o projeto não chegou no Igarapé do Mindu (fotos de ontem, dia 09.09.2023)

Penso que a Comissão de Meio Ambiente da ALEAM deva procurar entender o destino dos R$ 78 milhões para “bioeconomia” com o Estado sem recursos para o ZEE, o CBA precisando de R$ 12 milhões e nossos igarapés nessas condições.

https://portalnorte.com.br/exposicao-plastico-zero-nos-igarapes-segue-ate-o-proximo-domingo-em-manaus/

THOMAZ RURAL

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