Opinião/Informação:
É isso que quero ver nos 62 municípios do Amazonas: produção, desenvolvimento, emprego e renda, respeitando o Código Florestal, inclusive o uso dos 20% permitidos nas áreas em que essa regra se aplica, e tendo o ZEE-AM como instrumento de planejamento. Nos 80% que o produtor preserva ele tem que ser remunerado pelos países poluidores. O dinheiro tem que cair direto na conta do produtor rural, sem intermediários. Já tem satélite que garante esse pagamento sem erro. Tem países que já fazem isso, sem intermediários.
Mas, para isso, é preciso fiscalizar e cobrar resultados das ONGs e dos chamados ongueiros que, na minha avaliação, dificultam o desenvolvimento do interior. Não podemos aceitar que a pobreza continue servindo de justificativa para a captação de recursos que pouco ou nada melhoram a vida de quem realmente preservou a floresta.
Quem manteve a floresta em pé também tem o direito de produzir, prosperar e viver com dignidade!
Essa linda imagem, registrada neste belo vídeo, é de GUAJARÁ, no interior do Amazonas. É esse desenvolvimento que defendo para o nosso estado!
O IDAM, na gestão Petrucio/Eda Oliva, fez levantamento de 21 cadeias produtivas considerando as potencialidade de cada região. Este é outro documento importante.
THOMAZ RURAL


