Opinião/Informação:
Estou falando com os militantes que ganham mais de R$ 10 mil por mês. Aqueles que só destilam ódio e não apresentam propostas. Eu tenho esses privilégios, mas sempre trabalhei e continua trabalhando para melhorar a vida do ribeirinho.
Ao longo dos anos, tenho observado que parte da militância do PT, presente em universidades, cargos públicos e consultorias de ONGs, com remunerações superiores a R$ 10 mil, parece mais preocupada em defender narrativas e preservar privilégios do que em apresentar propostas concretas para combater a pobreza no Amazonas.
Sem generalizar, vejo muitos ataques a quem pensa diferente, mas poucas propostas para melhorar a vida de uma população que mantém a floresta em pé e continua enfrentando a falta de água potável, alimentação, energia, internet, sementes, mudas e oportunidades para produzir e gerar renda.
Outra coisa que me chama atenção: nas redes sociais, vejo muitos integrantes desses grupos exibindo viagens ao litoral, à Disney e à Europa. Mas raramente vejo essas mesmas pessoas mostrando a realidade do interior do Amazonas, matando carapanã a tapa, enfrentando o calor sem ar-condicionado, sem energia elétrica e, muitas vezes, sem comida na mesa. É muito fácil defender a floresta com conforto e bons salários. Difícil é viver nela sem o básico! Fui gestor por mais de 10 anos, no tempo do PT, fiz de tudo para os programas chegarem na ponta com responsabilidade e sem corrupção. Andei no interior, trouxe o Garantia Safra ao Amazonas e fui o idealizador da inclusão do pirarucu na PGPMBio.
Enquanto grande parte dos amazonenses enfrenta a pobreza e depende de ajuda para colocar comida na mesa, alguns parecem mais interessados em disputas ideológicas do que em soluções concretas.
Defender a floresta é importante, mas defender a dignidade de quem vive nela deveria ser prioridade!
O Portal Thomaz Rural está à disposição para divulgar ideias, propostas e soluções, independentemente de posições políticas ou ideológicas. O espaço está aberto ao diálogo e ao respeito, não ao ódio, às agressões e à intolerância.
Espero sinceramente que essa postura mude. Não por mim, mas por quem realmente precisa! O Amazonas precisa de soluções, não de narrativas que apenas alimentam divisões e preservam privilégios.
THOMAZ RURAL



