Opinião/Informação:
Fico muito triste quando vejo matérias negativas que envolvem órgãos do Sistema SEPROR. A ADAF é sinônimo de segurança alimentar, ela protege a vida do amazonense na hora do consumo de alimentos. Não pode ser usada para fins políticos. Na matéria a que tive acesso tem o registro dos seguintes pontos:
1. Sistema SIDAAM fora do ar: segundo a matéria, por falta de pagamento, prejudicando registros, controles e atividades de defesa agropecuária.
2. Suspensão de serviços por falta de pagamento: compromete o funcionamento administrativo e operacional da agência.
3. Falta de transporte de amostras biológicas: ausência de empresa contratada para realizar esse serviço essencial à vigilância sanitária.
4. Problemas na emissão de passagens: falta de empresa contratada para atender às necessidades de deslocamento.
5. Escritórios do interior sem internet: dificuldade de comunicação e execução dos serviços nos municípios.
6. Diárias de campo atrasadas desde agosto: situação que prejudicaria o deslocamento dos servidores para fiscalização e vigilância.
7. Dezenas de veículos parados: carros e caminhonetes estariam abandonados no estacionamento do Sistema Sepror.
8. Suspeita de utilização indevida de veículos públicos: a matéria afirma que pelo menos dez veículos teriam sido disponibilizados para atender a interesses de um clube de futebol privado, situação que exige comprovação e apuração.
10. Prejuízos à fiscalização agropecuária: as deficiências relatadas poderiam comprometer ações de defesa animal, vegetal e prevenção de doenças e pragas.
11. Falta de planejamento e gestão dos recursos: a reportagem questiona as prioridades administrativas diante da interrupção de serviços essenciais.
12. Perda de arrecadação própria com a revogação da Lei de Taxas: A ideia inicial era revogar apenas a TAXA que cobrava as “agroindústria”. Este era o pleito da FAEA (taxa das agroindústrias), mas a Assembleia, os parlamentares optaram por revogar tudo. Espero que a nova ALEAM pautem o assunto para fazer os ajustes necessários. Contudo, na minha opinião, o problema não está aí, mas na intereferência externa na gestão da ADAF. O que será feito pelo Omar e Alessandra? Aguardar! A matéria está no Portal ANOTÍCIA
THOMAZ RURAL


