Opinião/Informação:
É revoltante ver a desproporção financeira quando colocamos os números na mesa. Enquanto o extrativismo tradicional e os manejadores de base recebem migalhas — como os pífios R$ 15 milhões destinados ao PSA Pirarucu —, o Ministério do Meio Ambiente e os fundos socioambientais despejam quase R$ 500 milhões (somando editais de bioeconomia e fundos como os de R$ 107 milhões e centenas de milhões do Fundo Clima e Fundo Amazônia) em editais e estruturas que, no fim das contas, acabam na mão de ONGs. Quem vive do extrativismo sustentável e cuida do rio e da floresta de verdade fica espremido em programas de 15 milhões de reais. É uma distorção financeira inaceitável que privilegia a máquina das grandes ONGs enquanto o extrativista é tratado a pão e água. Esse SISTEMA mantém o nosso caboclo na MISÉRIA com o inaceitável silêncio de técnicos que se alimentam dos recursos das ONGs, via consultorias. O técnico que não está “beliscando” essa fortuna está servindo de otário, pois defende o governo do PT, mas alimenta a diretoria das ONGs com salários que o Senado Federal nem pode mostrar, pediram sigilo. Esses técnicos ficam vendendo o almoço para comprar a janta.
ACORDA, AMAZONAS!
THOMAZ RURAL




