Opinião/Informação:
A seguir, transcrevo trecho de advogada que atua no ACRE e que serve, perfeitamente, para as necessidades do Amazonas: “…Enquanto o governo anuncia recursos para o campo, milhares de produtores não conseguem acessar crédito porque suas áreas estão embargadas. Na Reserva Chico Mendes, segundo os números divulgados, são cerca de R$ 120 milhões em multas e aproximadamente 900 áreas embargadas. Fora da Reserva, foram cerca de R$ 68 milhões em multas somente em 2025. Mesmo assim, continuamos trabalhando, pagando impostos, produzindo alimentos e movimentando a economia. É urgente mudar essa realidade. Precisamos de regularização fundiária, segurança jurídica e revisão das regras do Código Florestal, para que as famílias que vivem e trabalham no campo possam produzir dentro da legalidade. O Brasil é o país do agro. Produzimos, abastecemos o mercado interno e exportamos para o mundo. Mas o produtor enfrenta juros elevados, custos crescentes, oscilações de preços, multas, embargos e insegurança jurídica. Não existe sustentabilidade para quem trabalha sem previsibilidade e vê boa parte da sua renda comprometida pelo custo do crédito. Produtor rural não quer privilégio. Quer respeito, crédito, regularização e o direito de trabalhar. E quem deveria reconhecer o valor de quem produz é o próprio governo...”.
Eu nem diria mudança no CÓDIGO FLORESTAL, mas, no mínimo, agilidade dentro do que já é LEGAL. Isso não vem existindo. Enquanto isso, a ACREANA Marina Silva se candidata por São Paulo. Acorda Amazônia!
THOMAZ RURAL


