Opinião/Informação:
Essas ações de destruição de balsas precisam acabar no Amazonas. Elas contrastam com a floresta intacta que temos e ainda eliminam materiais que poderiam ser úteis aos ribeirinhos em outras atividades rurais. É evidente que não foi o ribeirinho que montou essa estrutura, e quem realmente comanda esses ilícitos sequer está no Amazonas. Os moradores locais atuam apenas como empregados e, quando tudo é destruído, ficam sem nenhuma remuneração.
O poder público se mostra incompetente ao não conseguir parar esses crimes antes que aconteçam. No fim, quem paga a conta é o povo que preserva a floresta e sofre com a falta de financiamento para atividades lícitas, acabando cooptado pela ilegalidade.
Além disso, é fundamental que o Governo Federal garanta um auxílio financeiro mensal ao ribeirinho que perdeu seu emprego com a destruição dos equipamentos, assegurando o sustento de sua família até que ele tenha acesso a outra atividade econômica viável. O caminho lógico seria legalizar e regulamentar o garimpo no Amazonas, como ocorre em outros países, mas as autoridades continuam ignorando essa solução.
Abaixo, matéria de ÀCRÍTICA
THOMAZ RURAL




