Opinião/Informação:
A reportagem de A Crítica acerta ao expor que o mercado de carbono tem se desenvolvido de forma desestruturada, gerando conflitos e restringindo a autonomia das comunidades. No entanto, faltou ao jornal fazer uma pergunta essencial: como está esse assunto no Ministério Público Federal do Amazonas (MPF-AM)?
Na prática, o que acompanhamos é que tudo foi paralisado pelo próprio MPF-AM. Ainda temos no radar o polêmico Projeto Mejuruá, envolvendo ONGs e gestores dessas organizações que já são velhos conhecidos no estado.
Diante de todos os problemas de transparência e das disputas territoriais que estão surgindo, a triste realidade é uma só: quem menos vai ver a cor desse recurso é justamente o caboclo amazonense que passou a vida inteira preservando o verde.
Sugiro que ÀCRÍTICA consulte o MPF-AM na próxima matéria sobre esse tema muito importante.
THOMAZ RURAL




