Direito de Resposta
A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) esclarece que *não possui projeto, contrato ou atribuição relacionada à gestão do lixão de Iranduba ou ao combate ao incêndio mencionado na publicação “Fratura exposta”, veiculada em 17 de agosto de 2026, razão pela qual é incorreto associar a instituição à ausência de aeronaves ou de outras estruturas utilizadas na resposta a essa ocorrência.
Também não procede a afirmação de que houve gasto de R$ 10 milhões pela FAS para contratar uma aeronave para transporte de passageiros. No âmbito do Programa Floresta em Pé, a FAS realizou contratação de horas de voo destinadas a apoiar ações de fiscalização ambiental de órgãos públicos estaduais em áreas remotas, conforme previsto no projeto. Trata-se de serviço destinado à fiscalização ambiental e não da aquisição de uma aeronave pela FAS.
A definição das estruturas públicas necessárias ao combate a incêndios, incluindo eventual aquisição ou contratação de aeronaves especializadas, não compete à FAS. Portanto, relacionar os recursos administrados pela Fundação à inexistência de uma aeronave para combater o incêndio em Iranduba cria uma associação que não corresponde às atribuições, aos projetos ou às decisões da instituição.
A FAS reconhece a gravidade dos incêndios e seus impactos sobre a população e o meio ambiente e considera legítimo o debate público sobre as prioridades para prevenção e combate ao fogo no Amazonas. Esse debate, entretanto, deve ser realizado com informações corretas sobre as responsabilidades de cada instituição.
A FAS defende que o debate público seja baseado em informações verídicas. A crítica e a divergência são legítimas, mas preocupa a repetição de informações incorretas mesmo após esclarecimentos. A instituição reafirma seu compromisso com a transparência e com o debate fundamentado em fatos.
FAS
Abaixo, matéria que originou o pedido de DIREITO DE RESPOSTA que ora publicamos


