Opinião/Informação:
O Brasil assiste, perplexo, a um verdadeiro desmonte do seu setor produtivo. Como bem ilustram as imagens, gigantes históricas estão tombando de forma assustadora. Vemos a BMG Foods afundada em bilhões de dívidas, a centenária Lupo levando sua produção para o Paraguai, o fechamento de fábricas como a da Land Rover e a paralisação da Gerdau Aço Norte, além de centenas de lojas da Casas Bahia fechando as portas e a falência da tradicional Móveis Três Irmãos. O recado é claro e doloroso: a crise econômica é profunda e o fantasma do desemprego já não está apenas batendo à porta dos brasileiros — ele já arrombou a fechadura. Se a situação nacional já é de alerta máximo, no Amazonas o cenário se torna ainda mais perigoso e sufocante. Diferente de outras regiões do país, nós somos constantemente travados e impedidos de desenvolver alternativas econômicas viáveis. Nossa principal — e a mais forte — âncora atual de sustento, o Polo Industrial de Manaus (PIM), é alvo de ataques implacáveis e contínuos. Tentam a todo custo enfraquecer a nossa competitividade. Se a indústria já sangra no resto do país, o que será de milhares de pais e mães de família amazonenses se continuarem asfixiando o nosso principal motor econômico sem nos permitir nenhuma outra saída? Não podemos aceitar o colapso de braços cruzados. Aqui temos o AGRO e a MINERAÇÃO, entre outras.
Acorda, Amazonas! Acorda, Brasil!
THOMAZ RURAL
























