Opinião/Informação:
Vi no Portal do Ozy, de Manacapuru, que Wanderley Barroso foi exonerado da gerência da Unidade Local (UL) do IDAM.
Esse caboclo eu conheço de perto. Acompanhei diversas ações desenvolvidas por ele na zona rural de Manacapuru, muitas delas em parceria com a Conab, quando eu ainda estava à frente da Superintendência.
Não tenho absolutamente nada contra quem vai assumir o cargo. No entanto, Wanderley é um profissional que, pela sua competência, dedicação e forma respeitosa de tratar as pessoas, deveria estar acima de disputas partidárias.
Segundo as informações que recebi, sua exoneração ocorreu por ele ser ligado politicamente à deputada Alessandra Campelo, que hoje integra um grupo político diferente do governador Roberto Cidade.
Se a lógica for apenas política e eleitoral, o governo pode acabar perdendo um importante apoio junto ao eleitorado rural de Manacapuru, onde Wanderley construiu credibilidade ao longo dos anos.
Também fui informado de que nem mesmo a presidência do IDAM teria sido comunicada previamente sobre a mudança.
Infelizmente, esse tipo de troca não é novidade. Há muito tempo, a cada mudança no cenário político, cargos técnicos acabam sendo substituídos por critérios políticos. Essa prática se repete governo após governo.
Espero que algum deputado estadual tenha coragem de enfrentar esse debate e defender regras que valorizem o mérito e a qualificação técnica na ocupação desses cargos. Repito, nada contra o Reginaldo que está entrando, é técnico agrícola, mas o motivo apenas político da saída do Wanderley.
No fim das contas, quem mais perde com essa instabilidade não é o servidor nem o governo. É o produtor rural, que precisa de continuidade, conhecimento e atendimento de qualidade.m Veja, abaixo, algumas mensagens de grupos sobre a saída do Wanderle.
THOMAZ RURAL





