Por Thomaz Rural | Analisando o pensamento estratégico do economista e presidente do SIAM, Pedro Monteiro.
O debate contemporâneo sobre a Amazônia tem sido sistematicamente desvirtuado por narrativas externas que ignoram a realidade de quem vive, produz e resiste na região. Para compreender o verdadeiro papel geopolítico e econômico do nosso estado, é fundamental ecoar a clareza analítica do economista e presidente do SIAM, Pedro Monteiro, cujas reflexões desmontam falsas premissas ecológicas e apontam o caminho para a soberania regional. Há 40 anos vivo o setor primário do Amazonas, portanto, posso afirmar que se continuarmos ouvindo algumas ONGs ambientalistas que atendem países poluidores e se nossos próximos governadores continuarem ouvindo esses ongueiros pouco ou nada vai mudar por aqui. Eles jogam contra o nosso povo, contra o desenvolvimento do nosso Estado. Divulgo as frases, breves comentários e o link do instagram do empresário Pedro Monteiro.
| “A Amazônia é tratada como um problema ecológico. Ela é, na verdade, um dos maiores ativos econômicos do planeta.” |
Durante décadas, impôs-se a visão de que a floresta deve permanecer estática, intocada como um santuário intocável de contemplação alheia ao progresso humano. No entanto, a realidade do subsolo e da biodiversidade amazônica revela um panorama totalmente distinto:
| “Debaixo da floresta e da maior bacia de água doce do mundo está a matéria-prima de fármacos, cosméticos e alimentos — e minerais estratégicos.” “Isso não é “recurso ambiental”. É a infraestrutura econômica do século 21.” |
Essa assimetria de tratamento revela um duplo padrão internacional evidente. Enquanto potências do hemisfério norte exploram seus próprios recursos naturais para alavancar o bem-estar de suas populações, exigem da Amazônia um sacrifício inaceitável:
| “Quando a Europa explora seus rios e florestas, chamam de desenvolvimento. Quando é a Amazônia, chamam de ameaça ao planeta. Mesma lógica. Outra régua.” |
Manter a região sob o dogma da estagnação tem um custo social dramático. A preservação não pode ser sinônimo de condenação à miséria:
| “Preservar não é deixar parado. Preservar sem desenvolver condena milhões de amazônidas à pobreza.” “A floresta em pé só se sustenta se gerar renda. Sem economia, a preservação vira discurso — e o desmatamento vira sobrevivência.” |
Fica evidente, portanto, que a discussão em torno da Amazônia nunca tratou essencialmente de ecologia, mas sim de geopolítica e poder econômico global:
| “O debate real sobre a Amazônia nunca foi ambiental. Sempre foi econômico. Quem controla a água, a biodiversidade e os minérios do próximo século?” |
Diante desse cenário, o Brasil e os estados amazônicos precisam abandonar a postura de submissão e passividade diante de pressões externas:
| “O Brasil tem a maior fatia dessa resposta na mão. Falta sair da defensiva e colocar um projeto na mesa.” “A Amazônia não precisa de tutela. Precisa de projeto. A maior riqueza não é a floresta parada — é o que somos capazes de produzir a partir dela.” |
| É com esse pensamento que vamos defender o Amazonas e ajudar seu povo que preservou o verde e vive sem dignidade. Fora ONGs bilionárias que só usaram nosso povo ao longo de décadas, e que os novos governadores defendam a região e nos tirem do isolamento e da pobreza, em vez de servir aos interesses das ONGs ambientalistas e de países desenvolvidos que continuam poluindo o planeta. |
THOMAZ RURAL


