Opinião/Informação:
É profundamente lamentável viver em um estado repleto de potenciais produtivos sustentáveis que permanecem travados, assim como manter uma floresta em pé que não remunera quem de fato a preserva. O resultado dessa conta não fecha: amargamos índices alarmantes de qualidade de vida. Sabemos que a corrupção é um mal generalizado no Brasil, mas, ainda assim, outros estados conseguem garantir dignidade aos seus municípios. No Amazonas, enfrentamos o obstáculo adicional de ter nossa economia engessada por narrativas de ONGs internacionais, que parecem priorizar o conforto europeu em detrimento da sobrevivência da nossa população. O histórico de repasses e recursos que entraram na região evidencia que o modelo atual falhou. Diante disso, fica a provocação: o governador Roberto Cidade dará continuidade às mesmas diretrizes ambientais das gestões de Eduardo, Omar e Wilson? Repetir os mesmos métodos e esperar resultados diferentes é um erro crasso. O Amazonas precisa, urgentemente, fazer diferente!. Em síntese: nossa área ambiental trava quem quer empreender, nem remunera quem preservou a floresta em pé.
THOMAZ RURAL


