Opinião/Informação:
Quanto custou essa ação da ONG FAS na comunidade indígena? A matéria fala em energia limpa, turismo, protagonismo, autonomia, inovação, mitigação de carbono e apoio estrangeiro… mas não diz o principal: O VALOR TOTAL DO PROJETO. Quem pagou? Quanto veio de recurso internacional? Quanto foi gasto com equipamentos, consultorias, logística, viagens e “assistência técnica”? O povo amazonense tem direito de saber. A FAS já recebeu, ao longo dos anos, quase meio bilhão de reais em recursos e até hoje não explicou de forma clara para quem foram pagos milhões em “assistência técnica” dentro das unidades de conservação (engenheiros de pesca, florestal e agrônomos). Também segue o silêncio sobre a contratação de aeronave envolvendo R$ 10 milhões. É a mesma ONG que faz campanha contra o asfaltamento da BR-319, ajudando a manter o Amazonas isolado, enquanto mantém influência dentro da estrutura ambiental do Estado, na SEMA. E no final, quem sofre é sempre o mesmo: o caboclo amazônida, abandonado, sem renda, sem estrada, sem saúde digna e sem oportunidade. Também não esquecemos quando espalharam ao mundo que a próxima pandemia poderia começar aqui na Amazônia, prejudicando ainda mais a imagem da nossa região e, logicamente, o turismo.
A FAS esteve na CPI das ONGs. Muitas perguntas foram feitas. Muitas promessas de transparência foram dadas. Mas até hoje permanecem dúvidas importantes sem resposta.
Vejo apenas o senador Plínio Valério enfrentando esse debate de frente. Enquanto isso, Omar Aziz e Eduardo Braga seguem em silêncio sobre a atuação dessas ONGs internacionais no Amazonas. Falam genericamente.
Este espaço continua aberto para divugar o que aqui foi questionado.
THOMAZ RURAL


