Opinião/Informação:
Recebi esse vídeo do amigo ex-vereador Wanderley Barroso, de Manacapuru, atualmente no IDAM. Sou grato a ele e a tantos guerreiros de Manacapuru pelo apoio que deram à CONAB e às suas ações nesse município. Esse pleito do juticultor é mais do que justo: é urgente. Ele está pedindo muito pouco diante da importância que o cultivo da juta e da malva representa para o Amazonas. Trata-se de uma atividade sustentável, construída com enorme sacrifício pelo trabalhador rural. Espero que os defensores da bioeconomia defendam essa reivindicação na prática, e não apenas fiquem filosofando sobre o tema em bonitos powerpoints, dentro de salas de reuniões refrigeradas.
Volto a perguntar: para que destinar recursos financeiros para ONGs? O dinheiro internacional deveria ir direto para a conta desse produtor que aparece no vídeo. O estado sabe o nome de todos.
Eles estão pedindo apenas R$ 1,00 por quilo. É muito pouco. Esse valor precisa ser muito maior. Estamos falando de uma plantação verde, bonita, em terra de excelente qualidade, de uma atividade que coloca dinheiro no bolso do produtor e que ainda possui a vantagem de não ser perecível. Ao assumir o governo, Roberto Cidade disse que é caboclo do interior e conhece os problemas do povo amazônida. Então, aumentar a subvenção para acima de R$ 1,00 e garantir o pagamento ainda dentro da safra seria um gesto histórico, que jamais será esquecido. O governador Wilson Lima, quando assumiu, pagou os atrasados e manteve os pagamentos em dia dentro da safra.
E acrescento mais um pleito: acabar com a taxa de administração cobrada pela ADS. Isso não faz o menor sentido.
THOMAZ RURAL


