Opinião/informações:
Como costuma acontecer em tempos de mudança de comando na “Compensa”, os bastidores estão fervendo com especulações sobre possíveis mudanças no secretariado. Tenho ouvido várias, mas uma em especial me animou: a possibilidade de que, na SEMA — área ambiental pública do Amazonas —, seja nomeado um técnico com experiência no setor produtivo. Já chega de exportar empreendedores para estados vizinhos.
A expectativa é que a pasta deixe de ficar sob influência de perfis ligados a ONGs e passe a avançar em pautas que seguem pendentes, como a conclusão do ZEE, a maior agilidade no licenciamento ambiental e a regularidade de programas como o Bolsa Floresta/Guardião da Floresta, que têm enfrentado atrasos.
Também chama atenção a ausência de resultados concretos na chegada de recursos de REDD+ e crédito de carbono diretamente às mãos de quem, de fato, preserva a floresta em pé. É uma cobrança legítima de quem vive na ponta.
Agora, é aguardar para ver se essas mudanças se confirmam — e, principalmente, se virão acompanhadas de resultados práticos.
THOMAZ RURAL


