Opinião/Informação:
À medida que a internet avança pelo interior do nosso gigante Amazonas, ela se torna uma aliada fundamental para dar voz a quem realmente protege a floresta. Vou compartilhar com vocês imagens de quem vive o dia a dia da região e mantém a floresta em pé para o mundo. Esses guerreiros, que saem para pescar todos os dias, deveriam ser os verdadeiros destinatários dos recursos internacionais vindos de países poluidores. O pagamento deveria cair diretamente em suas contas correntes. Ainda que esse produtor receba seguro-defeso ou aposentadoria, o montante total não chega nem perto do valor do serviço ambiental que ele presta ao planeta. Precisamos de um modelo SEM INTERMEDIÁRIOS. O recurso deve chegar à ponta, sem passar por ONGs ambientalistas ou custear altos salários de diretorias e eventos desnecessários que não transformam a vida de quem merece dignidade. Hoje, apresento o trabalho do Renner, de Parintins. Vale a pena conferir o olhar de quem vive a nossa realidade: 👉 https://www.instagram.com/renner_parintins/
Fora ONGs ambientalistas! Dinheiro direto na conta do caboclo que manteve a floresa em pé! Podem me mandar vídeos, com links no instagram ou facebook para divulgação.
Detalhe: não conheço o RENNER, nem o ALDENOR pessoalmente, mas em breve, no Festival, deverei ter o prazer de cumprimentar os dois. Deve ser amigo do meu inesquecível amigo e parente Madson Soares do Paraná do Espírito Santo. Trabalhou tanto na roça, sem agredir a floresta, com sustentabilidade, a COVID levou suas mãos grossas, honestas e árduo trabalho diário.
Todo interior precisa ter ZEE, energia solar, internet, poço artesiano, sementes, mudas, assistência técnica virtual (Senar já tem experiência) e pagamento de serviços ambientais DIRETO, sem intermediário.
Este é o EPISÓDIO 01. Podem me mandar! Vai ter o dois, três, até chegar a conscientização de pagamento direto, sem intermediário.







