Opinião/Informação:
Quem pretende sentar na cadeira de governador do Amazonas precisa entender uma coisa: o povo não aguenta mais “teatro” sobre a BR-319. Sobrevoar o tema em seu pronciamento, dizer que a rodovia está em péssimas condições é chover no molhado. Isso nós já sabemos há décadas. O que o nosso povo, o AGRO, o comércio e a indústria esperam de quem quer nos liderar é postura. Confesso que esperava mais da Professora Maria do Carmo. Esperava que ela fizesse o que Eduardo Braga, Omar Aziz, Wilson Lima, David Almeida e Roberto Cidade ainda não tiveram peito para fazer: colocar nome e sobrenome nas ONGs e nos ongueiros que travam o nosso estado. Que são parceiros desse “Observatório do Clima”. Até hoje, nessa arena, só vi o senador Plínio Valério jogar limpo e dar os nomes aos bois. Resolveu sozinho? Lógico que não. Mas se essa corrente aumentar, se os nossos líderes pararem de ter medo de “observatórios” nós daremos um grande passo. É preciso ler o relatório da CPI das ONGs
Se a pré-candidata ainda não conhece o tamanho da encrenca, recomendo:
- Acesse o site do “Observatório do Clima” e veja a força dessa estrutura que nossas autoridades tremem ao enfrentar.
- Identifique as ONGs com sede aqui mesmo em Manaus que batem palma para esse grupo.
- Pesquise o que a FAS e o IDESAM realmente pensam sobre o asfalto da 319 e a ligação formal e informal com esse “Observatório”;
- Vá fundo e descubra quem manda nos milhões do PPBio da Suframa.
Não podemos aceitar calados o que a Folha de S. Paulo publicou ontem (26/04) e que merece também posicionamento. Atacar uma emenda parlamentar do senador Omar Aziz ligando-a ao desmatamento é, na verdade, um ataque à nossa soberania e ao nosso desenvolvimento. A Professora Maria do Carmo e o Senador Omar podem até ser adversários nas urnas em outubro, mas contra os ataques externos que tentam manter o amazonense isolado, a união é obrigação. O Amazonas não quer mais discurso de quem “passa por cima” do problema. Queremos ação direta contra quem faz gol contra o nosso povo. Sem medo, com coragem. É isso que separa um candidato de um verdadeiro líder.
THOMAZ RURAL


