Opinião/Informação:
Não dá mais para aceitar que quem ganha dinheiro no Amazonas atue contra a pecuária do nosso Estado. É preciso expor e enfrentar quem insiste em criminalizar uma atividade que, quando feita dentro da lei, gera renda, alimento e preserva a floresta. Os recentes prêmios conquistados por queijarias de Autazes e Parintins não deixam dúvidas: existe, sim, uma pecuária responsável no Amazonas, que atende às exigências legais, segue orientações técnicas e mantém mais de 80% do território preservado. Isso é um diferencial que poucos lugares no mundo conseguem apresentar. O problema é que parte das ONGs e de setores ambientalistas prefere ignorar esses exemplos positivos. Optam por destacar apenas ilegalidades pontuais, criando uma narrativa generalizada que coloca toda a pecuária como criminosa. Isso não é defesa do meio ambiente — isso é distorção da realidade. A ilegalidade deve, sim, ser combatida com rigor. Mas esconder os bons exemplos e amplificar apenas os erros é um jogo desonesto, que prejudica quem produz corretamente e trava o desenvolvimento do nosso povo. Chama atenção que muitos dos que atacam a pecuária amazonense consomem, sem qualquer constrangimento, produtos de países que já devastaram seus territórios há décadas. Aqui, onde preservamos a maior floresta tropical do planeta, querem impor uma narrativa de culpa permanente. Não dá mais. O Amazonas preserva como nenhum outro e, ainda assim, é tratado como vilão. Vou continuar cobrando governadores, parlamentares e todas as instituições para que a verdade seja mostrada: somos um Estado que preserva, produz e pode crescer com responsabilidade. Generalizar exceções e atacar quem faz certo é injusto — e isso precisa ser enfrentado com firmeza.
Já chega.
THOMAZ RURAL




