Opinião/Informação:
Não é a primeira vez — e, pelo visto, não será a última.
Até agora, tenho visto apenas o senador Plínio Valério e um deputado federal Alberto Neto enfrentarem, de forma direta, as ONGs que atuam contra o desenvolvimento do nosso estado. Falta citar nomes, não podem ser genéricos. O Plínio já citou, mas o Alberto ainda não. Pior ainda são os demais que estão calados.
Hoje, mais uma vez, surge um novo ataque à BR-319, agora repercutido pelo jornalista Ronaldo Tiradentes. Por trás disso, estão organizações como o Observatório do Clima e o Observatório da BR-319, que têm como parceiras no Amazonas a Fundação Amazônia Sustentável e o IDESAM.
O que ainda não se entende é o silêncio de lideranças como Eduardo Braga e Omar Aziz, que acompanharam e apoiaram o surgimento dessas organizações em Manaus.
O ex-governador Wilson Lima, mesmo alertado, manteve integrantes ligados à FAS à frente da área ambiental. Saiu do governo, mas deixou essa estrutura montada. Roberto Cidade vai manter?
Qual é, afinal, o nível de relação desses grupos políticos com essas ONGs?
A SUFRAMA mantém sob gestão do IDESAM milhões de reais do PPBio — recursos oriundos da indústria. Ao mesmo tempo, essa mesma ONG atua judicialmente contra o asfaltamento da BR-319.
Fica a pergunta: de onde vem tanto poder — e tanto medo de questionamento?
Será que a facilidade de captação de recursos, muitas vezes sem o devido rigor na fiscalização, explica esse cenário por parte do ex governadores?
O povo do Amazonas não pode continuar vivendo na pobreza cercado de riquezas.
Espero que nomes como David Almeida, Roberto Cidade e Maria do Carmo Seffair se posicionem com clareza. O Omar comeu abiu.
O silêncio, neste momento, também é uma escolha.
THOMAZ RURAL


