Opinião/Informação:
Soube que amanhã, em um dos auditórios da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), estará presente o Diretor de Operações e Abastecimento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Arnoldo Campos, vindo de Brasília. No período em que atuei na Conab, ele estava no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Será uma boa oportunidade para que o deputado Sinésio Campos — que defendeu a permanência da atual superintendente — faça as devidas cobranças em favor do Amazonas. Somos um estado com 97% do território preservado, convivemos com alto índice de insegurança alimentar e enfrentamos distâncias continentais. Ainda assim, observamos ações e decisões da diretoria da Conab das quais o Amazonas parece estar ficando de fora — tanto na área comandada por Arnoldo quanto em outras diretorias. Qual a razão? Na foto, ao lado de Arnoldo, aparece Silvio Porto, um dos atuais diretores da Conab. Tenho divergências naturais com ele, mas sempre reconheci sua capacidade técnica, sua inteligência e, sobretudo, sua disposição para ouvir. Aliás, já poderia ter assumido a presidência da Conab há bastante tempo. Silvio é um petista qualificado, a quem sempre respeitei. Foi determinante para avanços importantes no Amazonas: sem ele, não teríamos incluído o pirarucu de manejo na PGPM-Bio; sem ele, não teríamos executado o PAA/Compra Direta de pescado, com aquisição superior a 600 toneladas. Infelizmente, muitos desses avanços perderam ritmo por aqui. E é justamente por isso que a presença da diretoria em Manaus precisa ser mais do que protocolar: o Amazonas exige prioridade, respeito e resultados concretos. Outro ponto: Os instrumento PEP precisa ser usado no gigante Amazonas. A PGPMbio precisa ter um plus ambiental no preço. O PAA/CDS, principalmente pescado, precisa ser fiscalizado (a origem do peixe, em especial). Assim como a origem da FARINHA adquirida meses atrás.
Quase esqueço, o preço do MILHO no Amazonas tem que ser diferenciado.
THOMAZ RURAL


