Opinião/Informação:
Compartilho este artigo porque ele traduz, de forma direta e sem rodeios, um sentimento que cresce em boa parte da sociedade: a percepção de que estamos vivendo um período de distorções institucionais profundas, onde a lei, a moral pública e o equilíbrio entre os Poderes parecem cada vez mais frágeis. O texto é duro, provoca, incomoda — mas cumpre um papel essencial: nos tirar da zona de conforto. Não é leitura para quem quer passar os olhos rapidamente; é para quem ainda acredita que o debate público precisa de franqueza, coragem e disposição para encarar os fatos, mesmo quando eles desagradam. Concorde-se ou não com cada palavra, a reflexão proposta é séria e necessária. Ignorar discussões como essa não resolve o problema — apenas adia o enfrentamento da realidade. Esse debate, inclusive, não é novo para mim. É a mesma linha de reflexão que venho desenvolvendo nos meus artigos no JC e no Portal Thomaz Rural, onde tenho insistido na necessidade de responsabilidade institucional, respeito às regras, transparência no uso do recurso público e defesa de quem produz e sustenta a economia real. Não se trata de radicalismo, mas de coerência: o país só se equilibra quando as instituições funcionam dentro dos seus limites e quando a sociedade não se cala diante de distorções.
THOMAZ RURAL



