Opinião/Informação:
A FAPEAM sempre foi um dos caminhos mais eficientes para destinar recursos voltados ao crescimento do Amazonas. Além da missão institucional clara, a Fundação conta com gestão técnica, competente e séria, o que dá segurança sobre a aplicação dos investimentos. O que entristece é ver o Governo do Estado — como já ocorreu em gestões anteriores (Eduardo e Omar) — abrir espaço excessivo para a influência de setores e organizações que administram grandes volumes de recursos em nome da pauta ambiental, mas sem resultados concretos na ponta, especialmente para quem de fato preservou a floresta ao longo dos anos.
O saldo que se observa é preocupante: comunidades que continuam sem alternativa econômica sólida, enquanto se acumulam questionamentos e investigações por parte de órgãos de controle. A sensação é de que o discurso avançou mais que a realidade.
O governador ainda tem tempo de corrigir rumos e recolocar o eixo das políticas ambientais e produtivas nas mãos de quem produz, preserva e vive no território. Porque, até aqui, os números falam por si:
— ZEE segue sem sair do papel
— REDD+ não se consolida
— crédito de carbono não vira renda real
— licenciamento ambiental continua lento
— CAR segue travado
O resultado disso é silencioso, mas grave: o Amazonas não está segurando seus empreendedores — está exportando eles.
Ainda há tempo de trocar a retórica pela decisão. O estado precisa de política pública que gere renda, não apenas projetos que gerem relatórios.
FAPEAM R$ 81 milhões, Ong FAS R$ 250 milhões e Ong IDESAM R$ 190 milhões. Isso tá certo? Lógico que não!
THOMAZ RURAL



Um comentário sobre “FAPEAM R$ 81 milhões, Ong FAS R$ 250 milhões e Ong IDESAM R$ 190 milhões. Isso tá certo?”
Ainda tem gente que querem Tadeu e David governador! Esses vão continuar gastando com ONGs e o povo vai continuar sofrendo!