Opinião/Informação:
Com a atual condução da política ambiental no governo Wilson Lima, especialmente sob a liderança do titular da SEMA — oriundo da ONG FAS, criada nos governos Eduardo Braga e Omar Aziz — dificilmente veremos avanços reais no interior do Amazonas.
Caso o governador ainda não esteja plenamente informado, vale lembrar que o então secretário de meio ambiente de Eduardo Braga deixou o cargo para assumir a própria ONG FAS, já com recursos milionários em caixa. E mais: estamos encerrando o quinto mandato do PT no governo federal, e a tão prometida regularização fundiária segue estagnada — um esforço que, nas condições atuais, se assemelha a “enxugar gelo”.
O Amazonas sequer possui seu Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), instrumento essencial que nem Eduardo nem Omar implementaram. Agora, sob a gestão de um secretário oriundo da FAS, que até hoje não cumpriu os compromissos públicos assumidos por Wilson Lima em relação ao ZEE, continuamos abandonando as populações do interior à própria sorte.
Essa falta de ação, firmeza e autonomia dos ex-governadores Eduardo e Omar — e agora também de Wilson — diante da influência de ONGs ambientalistas com forte viés ideológico está sendo mal recebida por quem vive e trabalha na floresta. Fica o alerta: o eleitor do interior está atento. Eduardo e Omar já “bateram na trave” recentemente, e o resultado das próximas urnas pode surpreender novamente.
Contudo, o governador Wilson Lima ainda tem mais de um ano para cortar esse cordão umbilical com a ONG FAS que já tem o MPC e MPF de olho em algumas parcerias e gestores.
THOMAZ RURAL




Um comentário sobre “Com essa assesoria ambiental que tem o “DNA” de Eduardo, Omar, FAS e PT, Wilson terá problemas em 2026”
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