Opinião/Informação:
O secretário Daniel Borges fez dois comunicados importantes sobre o PAA/SEPROR/MDS: um referente ao prazo e outro sobre a inclusão de um novo produto com seu respectivo preço.
Aproveito para destacar que é justa a inclusão do coronel Menezes no governo estadual, mas por razões técnicas e políticas, não pode ocorrer na SEPROR. Essa secretaria é a principal executora de programas vinculados ao governo do PT, do presidente Lula. Seria, no mínimo, constrangedor imaginar Menezes à frente da pasta, anunciando um programa idealizado e criado nesse contexto político.
Se há alguém na equipe do governador Wilson Lima considerando essa possibilidade, é importante antecipar que isso geraria desconforto para todas as partes envolvidas. Além disso, as autarquias vinculadas à SEPROR já têm seus espaços ocupados, sendo três deputados estaduais os responsáveis por elas. O próprio IDAM passou recentemente por mudanças.
Embora eu não conheça pessoalmente o coronel Menezes, foi parceiro na última eleição, tem proximidade com Bolsonaro e seu perfil indicam que ele tem lugar no governo. Ele se encaixaria melhor na AFEAM ou na SEMA, órgãos que atualmente não estão cumprindo sua missão no volume necessário para o Amazonas. Isso tem resultado na migração de empreendedores para estados vizinhos e, consequentemente, no desgaste do governador Wilson Lima, que precisa manter uma boa aprovação para chegar competitivo a 2026.
THOMAZ RURAL


