Não é com a “criação de uma gerência” que teremos novo setor primário. Faço 12 considerações…

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Opinião:

Algumas considerações de quem vive o setor há boas décadas:

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  1. Não é criando uma gerência que faremos um “novo setor primário”;
  2. Evitar que aconteça novamente no IDAM o que rolou ano passado já é um bom começo. Procurar saber como anda esse assunto, pois não foram centavos, possivelmente tenham sido milhões que estão fazendo muita falta.
  3. Pelo menos, ter nas diretorias e gerências gente da casa, idem nas Unidades Locais. Ainda tem a velha guarda com muito gás, e os concursados chamados recentemente pelo atual governo disponíveis. Não precisa inventar a roda;
  4. Essas indicações políticas sem qualquer critério nas diretorias e unidades locais gera retrocessos inaceitáveis;
  5. Recompor a remuneração dos colaboradores do Sistema. A virada econômica do Amazonas passa pelo AGRO, passa pelo IDAM;
  6. O IDAM é uma vinculada, então, procurar trabalhar em parceria com todo o Sistema;
  7. Como a matéria fala em indígenas e quilombolas, veja com a SEDUC/PNAE como está a chamada indígena;
  8. Com a saída do Daniel, que é da casa, e agora assumiu a SEPROR, o IDAM volta a ter na presidência um gestor que vem de fora. Desejo sucesso ao Alvino, não poderia ser diferente, quero o crescimento do AGRO, mas a insatisfação interna é grande, ainda mais depois do que aconteceu ano passado;
  9. A indicação de pessoas da casa para cargos estratégicas seria o melhor caminho para amenizar essa insatisfação. Será que vai ser assim?
  10. O IDAM é um órgão técnico, não político. Os resultados positivos de uma gestão técnica gera ganhos políticos, é um processo natural;
  11. A SEPROR continua com comando técnico, o Daniel é engenheiro de pesca, é da casa, estava no IDAM, então, o novo gestor do IDAM tem que manter diálogo com quem, agora, está na SEPROR e veio do IDAM. Não vi na matéria qualquer menção ao novo secretário;
  12. Por fim, a matéria fala em investimento, compra disso, compra daquilo. Informo que tem R$ 78 milhões de um banco alemão indo para uma ONG que, nem de longe, tem a capilaridade e estrutura do IDAM. Lute por esses recursos!

É o que penso, e o espaço está aberto para quem pensa igual ou diferente. O importante é o AGRO crescer e com ele a geração de renda, emprego, mais alimentos e queda da pobreza.

Repito, o governador Wilson Lima é o mais presente no setor primário de todos os últimos governos, e o que mais fez resgates históricos no AGRO amazonense. O IDAM não pode voltar a dar a ele o trabalho que deu na eleição passada. Wilson não merece!

THOMAZ RURAL

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