PAA do governo federal é exemplo nacional de boa operação pela SEPROR no maior estado do Brasil

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Minha opinião:

O Amazonas é exemplo nacional positivo de como se operacionaliza o PAA do governo federal em parceria com o Estado, no caso a SEPROR. Em poucos dias do valor liberado pelo MDS, a chamada pública já está na rua. Ainda vem a chamada exclusiva indígena de R$ 5 milhões, acho que é isso.

É o que tenho sempre dito e alertado, mostrando quem deveria operacionalizar o PREME, PNAE/SEDUC e acabar com o PAF. Estes estão desgastando, desnecessariamente, o governador do estado com mais proximidade e resgastes históricos do AGRO do estado.

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Vi nascer esse PAA em 2003, ajudei muito em sua construção e divulgação no Amazonas. Não pode ser feito por quem não tem experiência do AGRO no Estado. É por isso que não anda na SEDUC (os 30% da Lei Federal), é por isso as críticas constantes que recebo do PREME e que foram expostas nas duas audiências públicas na ALEAM.

Aos desavisados, quero ressaltar que a SEPROR não pega UM CENTAVO do governo federal para operacionalizar o PAA/CDS/SEPROR. O pagamento vem direto do governo federal, do Tesouro, para a conta do produtor rural e com limites máximos por produtor.

É meu dever alertar o amigo governador Wilson Lima que acompanho desde 2018, antes de muita gente que está hoje no governo e não conhece nada de “comercialização” junto ao produtor rural. Tem 3 anos e meio para ajustar, entendo que é meu dever alertar no espaço que tenho.

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THOMAZ RURAL

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