O que explica pagar R$ 4,4 milhões só para 4 (quatro) fornecedores e quase nada para ASSOCIAÇÕES e COOPERATIVAS?

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Se o PREME tem pouco recurso em 2023, e a demanda é altíssima, como afirmou o ex-diretor da ADS nas duas audiências públicas que aconteceu na Assembleia Legislativa, qual a razão de usar, com recursos do próprio PREME, R$ 4.413.000,00 para pagar apenas 04 fornecedores de carne bovina (carne moída a R$ 44,13 kg) que, acredito, sejam produtores rurais, ou pelo menos deveriam ser. Esse assunto já foi pauta da audiência pública na ALEAM, e alguns presentes demonstraram insatisfação que acabaram gerando desnecessário desgaste ao governador (é pra quem sobra nessa hora) que mais tem feito resgastes técnicos no AGRO do Amazonas.

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Bom que se diga que Já vem de outros governos esse grande erro de operação do PREME, não é exclusividade do atual, e que venho esperando que mude desde 2018. A matéria abaixo, o link abaixo, é do governo que antecedeu o atual, mas já vem de muito antes, infelizmente continua até hoje deixando de fora o pequeno produtor rural. Penso que já deu, tem que acabar, caso contrário, vai cair no colo do governador Wilson Lima os equívocos que continuam sendo adotados por assessores e gestores ligados à comercialização de produtos regionais. Não quero isso por razões que fartamente já expliquei neste espaço, mas nada muda. Repito, o erro que continuam cometendo injustamente respinga sempre no comandante do executivo que tem dado ordens expressas, claras, no sentido contrário, mas sua assessoria ligada ao item “comercialização” que não estava na campanha de 2018, não sabe as promessas feitas, vem ignorando o caminho mais sensato na operacionalização e que pode agradar a todos, se houver diálogo.

Tem um caminho que agrega todos os fornecedores, do pequeno ao grande, do fornecedor individual à agroindústria regional (de matéria prima local, não de fora) e não somente alguns como vem acontecendo há bastante tempo.

Já chega! Já chega de assessores e gestores exporem a atual gestão da “Compensa” que já fez e vai continuar fazendo resgaste históricos no AGRO do AM (adesão ao Garantia Safra, apoio ao ZARC, pagou todo atrasada da subvenção estadual e aumentou o valor, resgatou a EXPOAGRO, já temos NOVO PARQUE, incluiu o pirarucu e piaçava na subvenção estadual, resgatou os conselhos e criou o de orgânicos, presente no interior, fez seu gabinete durante a Expoagro, já fez dois Planos Safras, gestão técnica no comando do Sistema, fez ajustes na legislação ambiental (mas sem acontecer os avanços esperados), tem se posicionado firme quanto a demarcações que retiram os produtores de determinadas áreas, chamou os concursados (falta a data base e Idam livre de indicação política sem critério), maior mercado aberto no Brasil nas compras públicas federais, febre aftosa, SISBI, SELO ARTE, entre outras.

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No portal de transparência, cujos prints recebi pelo whatsapp, mas não vou postar, estão os nomes dos fornecedores e valor do kg da carne moída. Este espaço está disponível para qualquer manifestação contrária, sem problema algum.

THOMAZ RURAL

https://correiodaamazonia.com/secretario-da-sepror-am-recebe-recursos-indevido-da-merenda-escolar/

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One thought on “O que explica pagar R$ 4,4 milhões só para 4 (quatro) fornecedores e quase nada para ASSOCIAÇÕES e COOPERATIVAS?

  • outubro 11, 2023 em 2:19 am
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    Boa noite!
    Que bom que o senhor tocou no assunto do PREME. A propaganda do PREME que ocupa boa parte da divulgação da ADS, vem nos 3 últimos anos beneficiando sempre as mesmas associações/cooperativas. A minha associação do qual represento durante muito anos fornecia no mínimo 10 toneladas de farinha de mandioca, pode parecer pouco, e realmente é, mas como os recursos também não são volumosos e partindo do principio que também tem outras associações/cooperativas querendo fornecer o mesmo produto, essa cota que era destinada incentivava os agricultores a produzir na expectativa que fosse aumentando gradualmente o fornecimento da farinha no programa. Eis que nos últimos 3 anos, com as mudanças internas dentro do setor que faz a gerência do PREME, deixamos de ser contemplados, com nenhuma cota para fornecimento de farinha. Do dia para noite, apesar de seguirmos todos os protocolos para a produção, embalagens, levando amostra para fazer análise e classificação, nunca mais fornecemos farinha da mandioca. Quando se vai até a ADS questionar a exclusão, uma vez que atendemos todos os requisitos do edital, informam que é por causa da localidade, distancia, etc., o que servia até anos atrás, com a nova gestão agora atrapalha. Então eu aproveito aqui, para repudiar a gestão desse bando de ocupantes de cargos comissionados, sem qualificação adequada, sem sensibilidade e sem entender o papel do gestor publico na fomentação e desenvolvimento sustentável das associações/cooperativas do interior do estado, que ao invés de ajudar e contribuir, estão ajudando a dar um tiro de misericórdia nos agricultores familiares do estado.

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