AGRO familiar do AM continua esperando posicionamento da ADS e produção nas mãos dos atravessadores

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Apesar de duas recentes audiências públicas na Assembleia Legislativa o AGRO familiar continua aguardando as promessas da ADS, a divulgação dos beneficiados com a quota do PREME (individual e grupo formal), assim como a minuta da proposta de alteração na LEI DO PREME.

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No interior, continuo recebendo imagens de produção que está indo para as mãos dos atravessadores. Nunca fui contra os “atravessadores”, pois são importantes na cadeia produtiva, sem eles, o desperdício seria ainda maior. Só que as compras públicas tem essa finalidade de proteger o pequeno, mas que tá sendo abandonado pela ADS e pela SEDUC (última chamada do AGRO familiar foi em 2021). Reúne, reúne, reúne e nada avança. Já dei a solução, concentra tudo na equipe do TANIS (que opera o PAA da Sepror) que a coisa anda com mais rapidez e transparência.

Recentemente, a ADS disse na Assembleia que a demanda é grande e o recurso é pequeno. Contudo, recebi imagens do portal de transparência mostrando que apenas 4 (quatro) produtores tem empenhos da ADS em quase R$ 5 milhões para fornecer carne moída ao preço de R$ 44 reais o kg. No meu ponto de vista está totalmente fora dos objetivos do PREME.

Este espaço continua aberto para esclarecimentos, caso sejam necessários.

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Abaixo, o desabafo de um produtor…de vários que recebo.

THOMAZ RURAL

One thought on “AGRO familiar do AM continua esperando posicionamento da ADS e produção nas mãos dos atravessadores

  • junho 19, 2023 em 11:46 pm
    Permalink

    Infelizmente os recursos do programa que deveria atender os produtores rurais e agricultores familiares, está indo para as mãos de grandes empresários, que não tem nenhum compromisso com os agricultores. Todos os prejudicados por essa situação sabem e reconhecem seu esforço em defesa de seus interesses. Porém, àqueles que deveriam defender os interesses do povo, parecem estar estáticos e indiferentes ao assunto. Nós últimos anos a diretoria da ADS está muito próxima à ALEAM, proximidade famíliar, e nem isso leva a uma tomada de decisão favorável aos produtores rurais e agricultores familiares que se esforçam para se cadastrar e cadastrar suas entidades representativas – associações e cooperativas, mas dificilmente são beneficiados em suas cotas. Felizmente ainda tem o blog ThomazRural para chamar a atenção para essa injustiça com os nossos pequenos produtores.

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