Essas empresas internacionais que querem nossos PRODUTOS tem que pagar o PLUS AMBIENTAL. Só querem exigir e pegar moleza…

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Essas empresas internacionais que querem OS PRODUTOS DA NOSSA FLORESTA tem que desembolsar o PLUS AMBIENTAL aos nossos produtores rurais. Ficam mandando dinheiro VIA FUNDO AMAZÔNIA quando deveria ser direto ao produtor rural ou via governo federal, estadual ou municipal, não para ONGs.

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Vi na matéria que que eles querem CASTANHA, BORRACHA e PIAÇAVA, portanto, três produtos da floresta que já estão na PGPMBio do governo federal, tem preço mínimo, e dois que estão na subvenção estadual, borracha e piaçava.

Tanto o Estado quanto o Governo Federal já tem o CPF desses produtores rurais, mas eles recebem somente a SUBVENÇÃO, que no caso da FEDERAL paga apenas o CUSTO DE PRODUÇÃO. Ora, que atividade vai ser estimulada pagando apenas o CUSTO DE PRODUÇÃO. Faz tempo que defendo o PLUS AMBIENTAL para os produtos da política do SOCIOBIODIVERSIDADE, atitude que não vejo em alguns doutores em clima e ambiente.

Vi que essa empresa é do REINO UNIDO, então, se quiserem matéria-prima da nossa REGIÃO, paguem o PLUS AMBIENTAL pelos serviços que ELES prestam ao mundo, porque até agora só teve o BOLSA FLORESTA MISÉRIA de 50 reais por longos anos, agora parece que tá 100, mas é miséria do mesmo jeito.

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Estão pensando que é fácil coletar o látex, tirar a fibra da piaçava do meio mato, escoar, vender por preço e não ter grana sequer a possibilidade para tomar um café no Shopping de Manaus e conhecer os Estados Unidos e a Europa. Até hoje, só alguns doutores do clima e ambiente tiveram essa oportunidade, essa regalia.

Por fim, nesses encontros é sempre importante ter o gestores da SEPROR, SEDECTI e da SEMA no mesmo ambiente, pois sabemos que as pautas estão entrelaçadas. Ganhasse tempo…tempo é ouro pra quem tem FOME.

Abaixo, matéria da assessoria de comunicação da SEPROR.

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THOMAZ RURAL

A Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) reuniu, na tarde desta terça-feira (23/05), com os representantes da empresa internacional TP-Exports, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), além de órgãos do Sistema Sepror e entidades representativas do setor extrativista,  para ouvir as propostas da empresa do Reino Unido com relação à comercialização de produtos naturais do Amazonas, como castanha-do-brasil, borracha e piaçava. Jerome Broome, CO TP-Exports, falou sobre a finalidade da viagem que realiza ao Brasil, destacando a empresa internacional como uma empresa global distribuidora e processadora de commodities derivados de petroquímicos e subprodutos agrícolas com operações completas em polímeros, algodão e borracha natural, sendo este último, o produto que despertou inicialmente o interesse pelo Amazonas. “Aqui chegando constatamos também a existência em grande escala de produtos que entraram recentemente no radar da TP-Exports, que são a castanha-do-brasil e a piaçava”, enfatizou o CO da empresa do Reino Unido com escritório também na Ásia. Ele destacou ainda que os próximos passos serão as tomadas de decisões para continuidade do processo, visando trabalhar com grupos produtores em suas origens e subsidiárias já em ação. “Outros objetivos são as commodities de segundo plano, como cana e álcool, que talvez não tenham valor muito grande dentro de nossa prospecção, mas que, uma vez avaliando os métodos de negócios dos produtores, vamos verificar se poderemos proporcionais mais valor para eles, fazendo com que entrem no mercado”, disse Jerome Broome. O titular da Sepror, Petrucio Magalhães Júnior, considerou o encontro como mais um passo na permanente ação do Governo do Estado em buscar o fortalecimento da economia amazonense, conectando os diferentes elos das cadeias produtivas para o cumprimento da determinação do governador Wilson Lima, de buscar novas alternativas para complementar a matriz econômica do polo industrial de Manaus, criando oportunidades para os municípios do interior do estado. “A reunião foi muito importante, porque o Governo do Amazonas está abrindo portas para empreendedores que queiram investir em agroprodutos da nossa sociobiodiversidade, borracha, castanha e piaçava. Essa é uma empresa consolidada que veio do Reino Unido prospectar produtos aqui no Amazonas e também no Centro-Oeste e Sudeste brasileiro, é o caso do algodão e outros produtos para indústrias europeias interessadas”, disse Petrucio. A visita ao Amazonas foi a última etapa de uma agenda de duas semanas de TP-Exports para o Brasil, e as negociações terão continuidade nos próximos meses por meio da representação da empresa em São Paulo, por meio do gerente de commodities André de Fazio. Participaram também da reunião representantes da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), empresa Abufari Coleta e Beneficiamento de Produtos Florestais Ltda, Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), Instituto Agropecuário de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do Amazonas (Idam), Secretaria Executiva Adjunta de Política Agrícola, Pecuária e Florestal da Sepror; e Memorial Chico Mendes.

Fotos: Jhota Mendonca/Sepror

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Contato para a imprensa: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) Mayana Tomaz

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