Os doutores em ambiente e clima, os agroecologistas (alguns) não gostam que eu divulgue esses números do Banco Central. São vergonhosos!

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Tem alguns agroecologistas que não gostam que eu divulgue esses dados do Banco Central do Brasil. Tem alguns doutores em clima e ambiente que também não gostam. Como já disse, defendo 22 cadeias produtivas sustentáveis que foram identificadas por técnicos do IDAM e lançadas no Plano Safra AM 20/21. Defendo renda digna no bolso de quem vive na zona rural do AM, no interior, na floresta que está 97% em pé. Por isso, defendo grãos no sul, assim como o extrativismo onde o Amazonas também tem potencial. Já divulguei as cadeias prioritárias, mas quem quiser, é só me solicitar.

O problema é que no extrativismo, na agroecologia, assim como na produção de grãos os avanços são pontuais, sem fazer com que possamos travar o crescimento da pobreza e, com isso, passar a reverter esse quadro de 60% com fome num estado rico.

A situação no acesso ao crédito rural mais barato do mundo, ao PRONAF AGROECOLOGIA , PRONAF ABC, PRONAF BIOECONOMIA (os doutores em clima e ambiental adoram usar esse termo, mas não divulgam esses dados), PRONAF JOVEM é uma vergonha, é vergonhoso.

Pelo visto, os agroecologistas, os doutores em ambiente e clima, nem isso querem ao guardião da floresta. Vejam nossos números nos último CINCO anos, entre 2018/2022. Identifiquei em vermelho.

Será que não querem que eu divulgue porque devem ter vínculo com ONGs que receberam milhões e nada fizeram para viabilizar esses projetos, porque com milhões no bolso poderia viabilizar apoio privado para os projetos sem depender de governo.

São dados extraídos do site do BANCO CENTRAL DO BRASIL.

Para reflexão no CEAPO, CPORg, CONSEA, CEDRS e FÓRUM DOS AGROTÓXICOS. Vou divulgar em outra postagem os números de Roraima, abaixo os de Rondônia. Nem precisamos comparar, o foco deve ser em nosso desempenho em projetos de acesso ao crédito em pautas agroecológicas. Travar o acesso a esse financiamento e manter um bolsa floresta de 50,00 por 14 anos é injusto com quem preservou, preserva e vai preservar a floresta.

Não estou generalizando, conheço a agroecologista Janaína, professora do IFAM, que sempre me chama para levar informações de geração de renda ao seus alunos.

THOMAZ RURAL

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