Átila Lins relata encontro que teve com o presidente do IBAMA com a presença de 50 deputados e senadores sobre o Sul do AM

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Abaixo, relato que recebi do deputado federal Átila Lins. O IBAMA afirma que foram 2 milhões de hectares de desmatamento em dois anos, e que só agora em Março, segundo dados divulgados na imprensa, foi o maior dos últimos anos.

Pergunto: Quem cometeu essa irregularidade nos dois anos e agora em março? Para onde foi parar toda essa madeira? Imagino que não deva ser fácil movimentar toda essa madeira sem que os satélites tenham visto. As pessoas que movimentaram esses milhares de campos de futebol foram identificadas? A madeira foi para em que lugar do Brasil ou do mundo? Essa é minha curiosidade, tendo a absoluta certeza que não foi produtor rural, como o ex-delegado/superintendente da PF no AM já afirmou. Ele disse que é mínima a participação do produtor rural nessas ilegalidades, mas é quem tá pagando a conta até agora.

Eis o relato do deputado em sua página nas mídias:

“…Participei ontem de uma reunião da bancada do Norte de deputados e senadores com o presidente do IBAMA, Rodrigo Agostinho, com o objetivo de sensibilizar e buscar a construção de entendimento com o governo federal, diante das ações que o IBAMA vem realizando contra o desmatamento. O evento contou com a presença de 50 deputados e senadores da região, além do governador do Estado de Roraima, Antônio Denarium. Infelizmente, após divulgação pelo INPE, dos dez municípios que mais desmatam, dois são do Amazonas. Mais as ações que ocorrem de fiscalização, muitas vezes são desproporcionais. Nosso apelo não foi e jamais será de não se cumprir a legislação ambiental, mas para que seja feita de forma menos agressiva. O presidente do IBAMA Rodrigo Agostinho explicou que o órgão luta contra o crescente desmatamento. “O INPE registrou dois milhões de hectares de desmatamento em dois anos, o governo não vai cruzar os braços e assistir um milhão de hectares de floresta sendo jogado por terra todo ano, porém o IBAMA não quer prejudicar ninguém, queremos apenas frear o desmatamento, fazendo isso o IBAMA para”, disse Agostinho. E no final, alertou que não tem como suspender embargos, porque são decisões judiciais. O prejudicado pode ele mesmo buscar a justiça. E acenou com a concessão de mais prazos para que os produtores rurais desocupem as áreas embargadas. Basta o próprio interessado procurar o IBAMA.

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