Quem não conhece o Everton, a Embrapa e suas tecnologias não pode perder essa entrevista

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Acabei de assistir os 57 minutos da entrevista. Recomendaria aos países que destinam recursos ao Fundo Amazônia que ouvissem o Chefe Geral da Embrapa, Everton Ribeiro, pois, com toda sua paciência e conhecimento, mostra, sutilmente, onde os recursos deveriam ser aplicados para termos produção, produtividade, renda e conservação ambiental. Qualquer aplicação do Fundo Amazônia deveria partir da EMBRAPA ou diretamente no CPF dos guardiões da floresta, ou simultaneamente. A partir da Embrapa nasceria as parcerias, que poderia ser com ONGs, mas com metas humanas definidas, sem enrolação, sem ficar com 80% dos recursos para pagar diretorias e eventos, como apontou o MPF/TCU.

Esse profissional tem meu total respeito. Sou seu fã. Já assisti várias de suas palestras, e ainda vou assistir outras, pois são positivas e com verdades. Não tem curva, como diz o jovem, é papo reto. Nesse bate papo no SEM CENTURA ele falou de parcerias, bioeconomia, ABC, insegurança alimentar, tecnologias, biotecnologia, várias cadeias produtivas, enfim, uma riqueza de informação, uma aula de conhecimento, como sempre foram suas palestras, e com apenas 12 anos de Manaus.

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Quando Petrucio assumiu a SEPROR, estava lá nos primeiros meses, foi um dos primeiros contatos, o Everton, a Embrapa e seus competentes pesquisadores.

Lamento que membros da equipe do governador Wilson só foram visitar a Embrapa no final do mandato do primeiro governo, e tem autoridades líderes ambientalistas que sequer conhecem o Chefe Geral da Embrapa, o Everton, e até a própria Embrapa. Sem falar que o Everton é o maior conhecedor do mundo em SERINGUEIRA, sinônimo de floresta em pé, mas arrisco dizer que nunca foi procurado por algumas lideranças ambientalistas do estado que só querem a floresta em pé, mas o guardião doente, faminto e sem renda digna. Isso porque adoram a ciência e a pesquisa. Em outra postagem, vou divulgar um vídeo de 2 minutos que passou nessa entrevista que mostra exatamente o que queremos ao nosso Estado em termos do AGRO que envolve a cultura do café.

Um detalhe: a empresa vai fazer 50 anos, aqui foi uma das quatro primeiras unidades, mas nossos políticos só tinham olhos para o PIM/ZFM. Nem CBA botaram pra funcionar em 20 anos. Agora é correr atrás do prejuízo, pois não interiorizou o desenvolvimento, interior está pobre, doente e entregue ao narcotráfico, prostituição, desnutrição e violência. Mesmo nessas condições o guardião preservou a floresta ao mundo.

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Assistam esse bate papo super esclarecedor…

Aqui tem as principais chaves para reduzir a POBREZA no Amazonas.

THOMAZ RURAL

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