Não dá pra ser os 100% da Bahia, mas tem como melhorar muito com pequenos ajustes…também seria “marco na história”

É lógico que nosso Estado não tem como abastecer 100% o PNAE por questão de itens que não cultivamos e alguns casos de ainda não ter produção suficiente.

Mas tem como melhor muito, muito mesmo, do que vem acontecendo no âmbito da SEDUC/Alimentação Escolar.

Acredito que estejam tendo enorme dificuldade para tocar a chamada pública de AF. A razão é simples: não conhecem a produção local, sazonalidade nem quantidade.

As pessoas envolvidas com a Chamada Pública na SEDUC deveriam ser lotadas na ADS. Penso que andaria melhor.

A área da educação apenas demandaria a ADS, como já faz com o PREME.

Tanto o PNAE/AF quanto o PREME/Estado tem como destino a sala de aula da rede estadual. Por que dividir a compra? É legal transferir o recurso federal para outra área que não seja a SEDUC.

A ADS poderia fazer essas duas compras, sendo que no PNAE só pode fornecer associação, cooperativa e produtor individual com DAP.

Já no PREME, o leque de fornecedor é bem mais amplo, inclui agroindústria privada como fornecedora direta, no PNAE é apenas uma prestadora de serviço ao produtor rural ou grupo formal.

O exemplo da BAHIA, que vai tentar os 100%, é legal para ter como norte.

THOMAZ RURAL

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