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É só perguntar dos agentes financeiros oficiais que operam esses recursos que vão ouvir essa afirmativa. Culpa dos ambientalistas radicais que não priorizam renda digna ao habitante do Amazonas. Apenas misérias e muito papo, sempre jogando para o futuro a milagrosa solução que agora se chama “CRÉDITO DE CARBONO”. Como resultado, saímos de 49% para 58% de pobreza no Estado. Nesses 24 anos, estrategicamente não fizeram o nosso ZEE. Vocês não acham pelo menos estranho uma ferramenta que tem a palavra “ECOLÓGICO” não ser prioridade de ambientalistas radicais super inteligentes e influentes no Brasil e no mundo.
Já descobrimos que até os “RIOS VOAM”, mas o ZEE que é na terra eles enrolam há décadas. Até recursos financeiros já devolvemos.
Penso que eles não vão mais enrolar, o governador Wilson Lima já andou pelo interior, está bem próximo do AGRO familiar e empresarial, já ouviu cobranças, já sabe da importância do ZEE para o Amazonas, e agora o ZEE vai SAIR, pois sei que tem cobrado insistentemente.
Eu vou ficar acompanhando uma possível movimento de mais enrolação. E tem mais: não tem crédito de carbono sem ZEE aprovado na ALEAM.
Veja, abaixo, matéria no facebook do ministério da agricultura.
THOMAZ RURAL
Os #financiamentos de custeio tiveram aplicação de R$ 136,6 bilhões. Já as contratações das linhas de investimentos totalizaram quase R$ 60 bilhões, as operações de comercialização atingiram R$ 15,6 bilhões e a industrialização, R$ 10,8 bilhões.
Foram realizados 1.234.957 contratos no período de sete meses, sendo 891,7 mil no Pronaf e 150, 6 mil no Pronamp.
Os valores contratados pelos pequenos e pelos médios #produtores foram, respectivamente, de R$ 36,8 bilhões no Pronaf e de R$ 36,3 bilhões no Pronamp, em todas as finalidades (custeio, investimento, comercialização e industrialização).Os valores são provisórios e foram extraídos no dia 3/2 do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor/BCB). Confira em gov.br/agricultura



