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Vi no JC de hoje que o assunto “Banco de Alimentos” entrou em pauta na visita que o vice-governador fez ao Sistema SEPROR.
Abaixo, mostro que no Rio de Janeiro, o Banco de Alimentos fica dentro da CEASA, e a CEASA é vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento. Está corretíssima essa estrutura. É nessa direção que deveríamos trabalhar no Amazonas.
Infelizmente, governos passados deixaram a nossa CEASA falir, acabar. Depois não sabem porque passamos de 49% para 58% de insegurança alimentar. Esse é um dos motivos. CEASA e BANCO DE ALIMENTOS são instrumentos de segurança alimentar e nutricional.
No meu ponto de vista, onde está sendo construído o novo Parque de Exposição Eurípedes Ferreira Lins tem espaço suficiente para essas duas estruturas, a CEASA e o BANCO DE ALIMENTOS.
É do meu conhecimento, até porque acompanho o PAA (virou PAB e vai voltar a ser PAA), que a SEPROR, em parceria com o Governo Federal, já tem vários equipamentos, em Manaus, que são usados nos equipamentos públicos de SAN chamados de “BANCO DE ALIMENTOS”.
Então, o caminho já tá meio andado.
Observem nos prints da CEASA do Rio de Janeiro que eles tem mais de 2 mil produtores rurais cadastrados (10% do desperdício acontece na área de produção).
Sempre lembro que o MESA BRASIL do SESC é um Banco de Alimentos com ótima estrutura que deverá ser reforçado com a volta dos recursos do PAA operado pela CONAB.
Também lembro que não seria má ideia, muito pelo contrário, que o governador Wilson Lima criasse a Secretaria Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional.
É muito bom ver esses temas de SAN em pauta já no início deste segundo mandato, e com envolvimento direto do vice-governador.
Nada é mais urgente do que alimentar quem não tem o que comer, depois vem saúde, educação e segurança.
THOMAZ RURAL





