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É isso mesmo secretário Pauderney Avelino que o AGRO familiar e empresarial do Amazonas quer ouvir, ou seja, “…que a participação do interior poderá se dar através da construção do ZEE – Zoneamento Econômico Ecológico…”.
Essa afirmativa está nas páginas do Jornal ÀCRÍTICA.
Alerto ao secretário que os que NÃO querem o ZEE do Amazonas estão por aí, ativos, e se vacilar enrolam tudo e todos por mais 4 anos. Repito, o Acre da ministra do Meio Ambiente já tem o ZEE desde 2010, já estão na terceira versão. E por aqui até recurso já devolvemos para esse fim.
De olho Pauderney! Sem ZEE do Amazonas seu projeto não vai andar, e você mesmo já afirmou na posse. Já estão falando em “fazer projetos” para negociar o CRÉDITO DE CARBONO. Esse “crédito de carbono” cujo conceito nasceu em 1997 (26 anos) e nenhum centavo caiu na conta do guardião da floresta (print abaixo). Se o crédito do PRONAF não anda desde 1999, imagina o crédito de carbono que já tem 26 anos. Sem o ZEE nada anda por aqui, e é assim que alguns querem. Infelizmente a floresta tá valendo em pé (e vai continuar) só pra quem tá fora dela, porque quem tá dentro e vive no Amazonas já passamos de 49% para 58% de insegurança alimentar.
Conheço o governador Wilson Lima, tenho ABSOLUTA certeza de que ele vai cobrar dos assessores o ZEE do Amazonas. Vai deixar mais essa conquista ao nosso Estado, conquista que já vem sendo postergada por quase três décadas.
THOMAZ RURAL






