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Nesta quinta, dia 22/12, o nosso centenário JC traz a confirmação, sob análise do jornalista de economia Marco Dassori, dos extraordinários números da produção de café no Amazonas. Já havia mostrado esse crescimento de 1.000% em recente postagem neste espaço (link abaixo). O nosso produtor rural é guerreiro e não desiste nunca.
Volto a repetir, o crescimento do AGRO familiar e empresarial no Amazonas é irreversível. Temos que produzir alimentos, urgentemente, depender de outros estados, de outros países, e dos serviços ambientais (que só vem beneficiando poucos) é postergar nossa soberania e segurança alimentar e nutricional, é continuar crescendo o número de pobres em nosso estado.
Nos últimos 4 anos, tivemos um governador presente não só à sede da SEPROR, mas nos eventos agropecuários resgatados, e no campo, no interior, portanto, já ciente dos acertos e do que deve ser corrigido. Transferiu seu gabinete para a EXPOAGRO. Quem fez isso?
Tivemos no comando da SEPROR um técnico, amazonense, agrônomo e advogado que pensou em melhorar a vida dos 300 mil produtores rurais, o reconhecimento, o voto, veio e vem pelo trabalho sério realizado. Defendo sua manutenção por mais 4 anos, pois não tenho dúvida que os acertos foram maiores do que os erros. Vivo este setor há 40 anos, sei o que estou falando, mas respeito qualquer opinião diferente. O blog tem espaço para escrever qualquer manifestação, pois nesse diálogo se constrói melhores caminhos. Aliás, esse o objetivo dos Planos Safras do governo federal e do estadual. Ter um norte para seguir e debater. As cadeias prioritárias elaboradas na gestão da dona Eda Oliva, Zé Milton e de toda a equipe, incluídas no Plano Safra, que contempla o café (cultura que tem a cara do amigo Almir Carvalhal) foi um dos mais belos trabalhos que vi nos últimos anos. O meu exemplar está na minha mesa de trabalho.
O governador e o secretário sabem os acertos dos quatro anos, assim como sabem o que deve ser ajustado para o bem do interior e do produtor rural, pois só o agronegócio familiar e empresarial muda a realidade econômica nos 61 municípios, e na capital, na zona rural de Manaus onde o PIM/ZFM não chega. Não existe outro caminho, não me venham com papo de bolsa floresta, crédito de carbono e afins, precisamos produzir COMIDA, ALIMENTO, sem depender de importação (em outro postagem vou tocar mais nesse assunto).
Ainda tem muito “feijão com arroz” a ser feito, os números do café mostram que o nosso produtor rural é guerreiro.
THOMAZ RURAL


