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Esses dados foram divulgados hoje pela Conab/Brasília (matriz). No mapa do Brasil fica bem evidente que as regiões mais pobres do Brasil são o Norte e Nordeste, coincidentemente as com menos produção de grãos.
Os dados também mostram que a produção está concentrada em SOJA e MILHO no Brasil, e nem assim temos estoque público de soja, e quase nada de milho. É difícil fazer o prometido estoque regulador quando o mercado vem remunerando bem o produtor desses grãos.
Apesar de ser o maior estado do Brasil, o Amazonas está em 25° lugar na produção de grãos. Esse número não seria ruim se nossos serviços ambientais já tivessem chegado aos 4 milhões de habitantes. Contudo, não somos remunerados por tais serviços (enrolação de anos da área ambiental), não temos o ZEE, não acessamos o Pronaf (nem os agroecológicos) e travados no licenciamento ambiental e na regularização fundiária.
Como resultado, temos 58% na pobreza.
Espero que com a volta do FUNDO AMAZÔNIA os recursos sejam direcionados para o CPF do guardião da floresta (os governos já sabem quem são), e não para ONGs, pelo menos as que receberam no passado tem que ficar de fora, pois deixaram o Amazonas pobre, com 58% na pobreza, e um bolsa floresta/miséria de 50 reais por longos 15 anos.
THOMAZ RURAL




