Fazendo justiça, Átila Lins também foi fundamental para o GARANTIA SAFRA chegar aos ribeirinhos atingidos pelas cheias (notícia site do BNC)

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Para mim o pior defeito do ser humano é ser injusto, e quando sou, procuro sempre corrigir, pois faz bem a todos. É fato que iniciei essa luta, há 20 anos, sem ser minha obrigação na Conab, mas por ser amazonense e saber da difícil vida do ribeirinho, no momento das cheias, com o nome de “seguro várzea” no governo do PT. Naquela altura, eu já estava ciente de que o nordeste já contava com o Garantia Safra para as secas. Queria um nome diferente, fomos longe, quase conseguimos. Meus amigos da Conab de Brasília ainda me ligaram do Palácio do Planalto lutando pelo Seguro Várzea, mas o nordeste foi contra porque se desse o seguro várzea ao Amazonas eles iriam querer o seguro seca pra eles. Ao telefone, quando disse aos amigos que defendiam o seguro várzea ao AM de que o nordeste já tinha o Garantia Safra foi tarde demais. O seguro várzea do AM já tinha saído de pauta diante do que foi injustamente levantado pelo Nordeste. Nessa época, com o silêncio total da “Compensa”.

Não desisti, continuei batendo na mesma tecla. A partir daí foram vários capítulos, muitos deles desenvolvidos no âmbito do CEDRS, com apoio constante da FAEA, OCB e FETAGRI, mas nunca de nenhuma ONG ou governador e/ou parlamentar federal por muitos anos.

Contudo, e pra fazer justiça, além do governador Wilson Lima, do secretário Petrucio que fizeram a adesão ano passado, a matéria abaixo mostra que o amigo deputado federal Atila Lins, que concorre à reeleição, esteve no ministério tratando sobre o tema Garantia Safra (notícia do BNC, link abaixo, com foto). Depois de 20 anos, felizmente já temos o Amazonas incluído, os ribeirinhos que podem ser beneficiados em caso de enchente, se a sua prefeitura fizer sua parte, o governo federal e o estadual já fizeram. Então, neste momento, faço justiça ao deputado federal Atila Lins que, juntamente, com o deputado Alberto Neto, abriram espaço para pautas importantes do AGRO familiar e empresarial do Amazonas.

O amigo Almir Carvalho, que conhece o CEDRS como nenhum outro baiano amazonense, conhece bem essa luta que chegou ao fim no atual governo estadual e federal. O Ministério da Agricultura do atual governo Bolsonaro não botou nenhum obstáculo para a adesão do Amazonas, até facilitou, o do PT ficou a disposição, mas só Wilson quando assumiu fez a adesão, ouviu e priorizou a pauta e já assinou a adesão para a safra 2022/2023. O governo federal precisa ajustar o pagamento, precisa ser mais ágil, mas o importante é que agora já estamos dentro. O pagamento sai direto de Brasília para a conta do produtor rural, sem intermediários, sem fotos.

THOMAZ RURAL

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