Wilson e Alex tentam reverter a questão do IPI dos concentrados que pode ter reflexo em algumas cadeias do setor primário

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Essa defesa do governador Wilson Lima, acompanhado do secretário de Fazenda, Alex, ao STF, é importante para que possamos reverter o mais novo ataque ao programa ZFM. Além das questões diretas aos empregos do PIM, pode afetar os produtores de guaraná do nosso estado (que já tem parceria com a Coca-Cola) e, também, os empregos gerados pela Agropecuária Jayoro localizada em Presidente Figueiredo.

Uma coisa é ter mercado local para vender a produção, outra coisa é encontrar outros mercados com a distância geográfica que temos de outros estados consumidores. Estamos na torcida para nossa vitória, mas sempre tendo em mente que não é o primeiro e nem será o último ataque.

No facebook, estas foram as palavras do governador: “…Acabamos de reunir com o ministro do STF, Alexandre de Moraes. Ele é relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade que entramos contra o decreto que zera o IPI dos concentrados. Explicamos a importância do modelo Zona Franca de Manaus para o desenvolvimento social, econômico e ambiental da Amazônia. Também vamos protocolar outra ADI contra o decreto que reduz o IPI em 35% de forma linear. Vamos fazer de tudo para preservar os empregos gerados em nosso polo industrial…”

Mais cedo vi a nossa bancada federal também ir ao STF. É pura obrigação, mas NUNCA vi nossa bancada federal UNIDA para defender as pautas do setor agropecuário do Amazonas.

Nunca vi nossa bancada federal UNIDA para acabar de vez com a enrolação nacional e internacional que não coloca um centavo da floresta em pé no bolso do nosso caboclo do interior pelos serviços ambientais.

O milho da Conab no Amazonas vai acabar estragando nos armazéns da Conab e não vejo a UNIÃO da bancada federal para ir ao Ministro para baixar o preço.

Nunca vi a bancada federal, UNIDA, para ir ao ministério da economia e da agricultura para dizer que os créditos do PRONAF nunca chegaram ao Amazonas no volume que precisamos. Sei que temos dever de casa na questão ambiental, mas o governo federal precisa saber, aliás, é de onde vem o dinheiro para a produção de alimentos.

Se não fosse o atual governo, nem Garantia Safra teríamos, nem o ZARC.

THOMAZ RURAL

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