Avisei que iriam aproveitar o evento no Amazonas para essas manchetes, mas a maior área desmatada no PARÁ foi em uma unidade de conservação, inclusive uma APA. É esse o caminho?

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Falta de aviso não foi. Disse que iriam usar o momento do evento sobre clima e desmatamento contra o nosso estado, contra o Amazonas que tem 97% preservado. As duas matérias abaixo confirmam…

O Amazonas já tem quase 60% de áreas protegidas, e ainda querem mais. O pior é que nessas áreas a renda dessas pessoas é algo inaceitável com tanta riqueza e ajuda ao planeta.

Como eu gosto de ler as matérias com detalhes, vejam o que encontrei e está acontecendo no Pará, e que está em uma das matérias abaixo. Nada da minha cabeça, tá na matéria…

No Pará, a maior parte das áreas desmatadas está nas unidades de conservação (trecho acima). Está numa APA 41% de toda a destruição detectada no Pará. E agora, é esse mesmo o caminho que não segura o desmatamento e deixa as pessoas pobres? Claro que não, mas foi esse o caminho seguido pelo Amazonas nas últimas décadas. Como resultado, metade da população na pobreza.

O Estado que mais desmatou foi Mato Grosso, depois o Pará, e dento de área de conservação. Era no Pará pra ter sido o evento, ou em Mato Grosso, e não aqui…

A solução é simples, mas não querem, fica melhor assim, bagunçado. Se tiver o ZEE, a Regularização Fundiária e colocar os satélites (que já tem vários) para rastrear os ilícitos ao código florestal o problema tá resolvido. Já sabemos que não é produtor rural quem desmata ilegal, mas é ele que paga a conta da lentidão nas licenças ambientais.

No Amazonas com 97% preservado, segundo o IMAZON, temos problemas em apenas quatro municípios. São eles Apuí, Lábrea, Novo Aripuanã e Manicoré. 93% do desmatado no Amazonas está aí. Repito, é só fazer o ZEE dessa área, regularização fundiária (saber quem é o dono) e colocar os satélites pra identificar onde tiver acontecendo ilícito. Simples assim, não precisa mandar dinheiro pra ONG e nem novas áreas de proteção. Tá aí o exemplo do Pará.

Repito, é só fazer o ZEE, identificar os donos das terras (regularização fundiária) e botar os satélites pra trabalhar. Em paralelo, entrar fortemente com as políticas públicas já existentes, nada de reuniões pra criar outras, isso é enrolação. Já tem várias…

Eu avisei que iriam aproveitar o encontro no Amazonas para essas manchetes incluindo o Amazonas que tem 97% preservado. Faço ideia o que está sendo dito ao mundo.

THOMAZ RURAL

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