Por onde andavam e andam as ONG´s para o extrativista do AM não ter recebido a subvenção federal da PGPMBio. Uma vergonha!

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Esse números divulgados pela CONAB são vergonhosos ao nosso estado para uma política criada no governo do PT (2009) que não andou como deveria nem no próprio governo do PT e muito menos nos últimos anos e no atual governo federal. Os números não mentem….

Excetuando a OPAN (luta contínua por renda aos manejadores) e a FVA (no passado, ajudou a beneficiar piaçabeiros), gostaria de saber o que fizeram as outras ONG´s que só falam em floresta em pé, mas esqueceram e ainda esquecem da digna priorização para a geração de renda aos povos da floresta, Nada de esforço para operar a subvenção federal ao extrativista através da PGPMBio.

Essa política existe desde 2009, e, eu, não condição ainda de servidor da CONAB, andei por várias delas divulgando essa política que tem a nossa cara, mas, tirando as duas citadas acima, as demais ignoraram. Acredito que por não ter a possibilidade de convênio (R$) com a Conab. Só trabalham se tiver convênio. Impressionante!

Uma delas, muito conhecida, nos três meses em que estive na SEPROR, início do governo Wilson Lima, tal entidade já estava por lá solicitando convênio de elevado valor com argumentos sem qualquer sentido, e nada de efetivo na geração de renda. Nem sei nem no que deu, mas se dependesse de mim não sairia um centavo sequer para o fim proposto. Pura enrolação! Até DAP prometiam emitir, e nem emissores eram, e continuam não sendo.

É uma vergonha ver os extrativistas de buriti, piaçava (ainda bem que o estado entrou e incluiu este item na subvenção estadual no governo Wilson Lima, porque a subvenção federal não anda), borracha e pirarucu (outro item que entrou na subvenção federal no governo Wilson Lima) todos no VERMELHO em termos de remuneração (gráficos abaixo)

Pior de tudo, é que ainda vejo investimentos (print abaixo), como do Instituto Clima e Sociedade – ICS, para criar novas políticas públicas, já tendo uma de 2009 que não anda e não chega aos defensores da floresta.

Isso está muito errado!

As que já existem não anda, e ainda investem em criar novas.

A Aleam precisa acompanhar os recursos aplicados no Amazonas em favor dos verdadeiros defensores da floresta. Cadê a comissão de meio ambiente, cadê a comissão do setor rural. Agora, só no outro mandato, porque agora é só eleição.

THOMAZ RURAL

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