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De acordo com dados oficiais da CONAB, entre 2017 e 2018, a queda na produção de grãos no Amazonas foi de 17,2%, caindo de 42,5 mil t para 35,2 mil toneladas.
A partir de 2019, segundo dados oficiais da CONAB, órgão federal que faz o levantamento nacional de grãos, vem acontecendo uma retomada no crescimento chegando a 56 mil toneladas previstas para o presente ano (2022).
Um crescimento de 60% em relação ao ano de 2018. É um número incontestável, mas ainda bem distante da nossa real necessidade de produção local para reduzir a importação.
Esse aumento é, no meu ponto de vista, fruto de uma presença e valorização constante do governador Wilson Lima nos eventos agropecuários, fruto de parcerias com o governo federal na distribuição de sementes/Conab, fruto de diversos acertos e resgastes históricos em apenas três anos de governo, assim como fruto de uma gestão técnica no comando da SEPROR.
É um crescimento necessário, sem retrocesso, pois é a única forma de gerar renda no interior.
Esse crescimento será ainda mais acelerado quando tivermos o ZEE, e destravado a regularização fundiária e licenciamento ambiental para sairmos dos últimos lugares no acesso ao crédito rural. Além disso, ajustes nos instrumentos de compras públicas do estado e do governo federal para que o pequeno e médio produtores sejam os verdadeiros beneficiados. Esse percentual no Amazonas chega a 97% de produtores.
Espero que o destravamento do ZEE, Regularização Fundiária, Licenciamento Ambiental e ajustes nas compras públicas não realizadas nos governos passados ao longo de 20 anos, ainda sejam feitos pelo atual governo que só tem três anos e grandes conquistas já realizadas e informadas no Plano Safra 2019/2020.
Que esse avanço nunca mais sofra retrocesso, pois acompanharemos nos dados divulgados pela CONAB.
THOMAZ RURAL




