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Essa preocupação do ministério, do MAPA, falando na matéria em 5G, satélites, pontos de conectividade em comunidades e assentamentos rurais, em IDH, renova as esperanças para o gigante estado do Amazonas. Aqui, pela dimensão geográfica, só a tecnologia melhora a vida das pessoas que defenderam nossa floresta, pois é impossível ter estrutura pública compatível com o continental Amazonas.
Se eu fosse deputado federal ou senador pelo Amazonas já agendaria visita ao ministério da agricultura para conhecer essa ferramenta, pois aqui, e não só no Amazonas, no Norte como um todo, tem programas e políticas travadas em municípios com baixíssimos IDH´s por falta de conectividade.
Maior prova disso é que nossos manejadores de pirarucu quando conseguiram dar entrada na documentação (em Manaus) o recurso federal para a safra 2020 já havia acabado, já havia ido para outros estados.
Nada contra os estados beneficiados, mas é aqui no Norte, em especial no Amazonas continental, que precisamos de tecnologia o mais rápido possível em função da pobreza, da fome, da miséria, do tráfico de drogas etc.
É por aqui, pelo Amazonas, que toda nova iniciativa deve começar, não somente pelo IDH, mas pela dimensão geográfica, que incluem mais de 5 mil comunidades e assentamentos rurais. Temos que cortar intermediários que só postergaram a pobreza no interior do estado.
Aqui cabem vários países europeus, todo o Nordeste, e é aqui que tem 98% da floresta preservada. Era isso que eu queria dizer a ministra, com toda educação e respeito, se fosse deputado federal ou senador, mas sei que esse sonho é difícil em razão do poder econômico que envolve as eleições.
Mas vamos em frente, sempre estudando, acompanhando o que vem de novo (como neste caso) e sugerindo caminhos para um interior do Amazonas cada vez mais livre, independente de intermediários e com renda circulando.
Abaixo, matéria do MAPA anunciando a nova tecnologia…
THOMAZ RURAL
Em parceria com o @mincomunicacoes, o #MapaBrasil possibilitou a conexão 5G em áreas rurais de Londrina (PR), Sorocaba (SP), Rondonópolis (MS) e Uberaba (MG).A partir da conexão em 5G, drones, chips, GPS e equipamentos como tratores poderão entrar em ação e enviar informações sobre comportamento e saúde do animal e manutenção de condições climáticas da lavoura, por exemplo. Também foram instalados pontos de conectividade via satélite em comunidades e assentamentos rurais levando em consideração aspectos de densidade populacional e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A tecnologia satelital permite a comunicação de dados em banda larga em locais remotos e de difícil acesso, como na região amazônica, onde cabo de fibra óptica e antenas não chegam ou sua viabilidade é complexa. Confira mais ações em bit.ly/mapa-2021



