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O governo federal, por meio do Ministério da Agricultura, respondeu formalmente ao deputado federal Alberto Neto sobre demandas que envolve a venda de MILHO pela Conab no Amazonas. Abaixo, divulgo a íntegra do documento que me foi disponibilizado pela assessoria do deputado.
Aliás, quero parabenizar sua assessoria e agradecer ao deputado por estar dando muito mais atenção ao setor primário do Amazonas do que parlamentares do estado com maior ligação ao setor agropecuário.
É bom lembrar que foi o deputado Alberto Neto que conseguiu descobrir que a CAIXA só aplicou 0,01% do crédito rural no Amazonas em oito anos de atuação no setor.
Com relação ao presente assunto, cujo pleito do parlamentar foi baixar o preço do milho vendido pela Conab no Amazonas ou, então, subsidiar o produto foi analisado por técnicos do ministério e respondido. Penso que o setor precisa conhecer a resposta, analisar e apresentar ponderações ou concordar.
Na minha primeira análise, tenho a comentar sobre a resposta do MAPA:
- Foi bom saber que a definição de preço está passando por um processo de revisão, isso tá escrito no documento;
- O documento fala que “transporte” não é incorporado ao preço. Acho estranho, é preciso avaliar, mas acha que a regional da Conab incorpora o custo de transporte de Mato Grosso até Manaus. Tá escrito no documento, além do “transporte”, outros itens que não são incorporados ao preço, mas penso que estão;
- O documento reposta diz que não é possível subsidiar o milho por questões da lei de responsabilidade fiscal, e que é preciso fazer outra lei. Então, cabe aos nossos parlamentares iniciar essa batalha;
- O documento fala na MP do MILHO para renovar o estoque que está velho e quase zerando. Nesse ponto, quero dizer a regional do Amazonas ainda não entrou em nenhum edital porque tem estoque antigo que não está sendo vendido por causa do alto preço;
- Por fim, se não tá vendendo por causa do preço, tá evidente que não está compatível com o mercado como manda o regulamento;
Mais uma vez, agradeço ao deputado Alberto Neto e, também, ao presidente Muni Lourenço, da FAEA, que estão fazendo de tudo para o preço do milho ficar atrativo ao criador rural.
THOMAZ RURAL
Clique no link abaixo para ter acesso ao documento….


