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Dias atrás, postei fotos que eu mesmo tirei no Passeio do Mindu repleto de plásticos e com alguns comentários.
Hoje, volto ao assunto, com outro FOCO.
Há anos, eu e diversos amigos, ex-colegas de Conab, parceiros e entidades estamos defendo o uso de sacaria biodegradável para uso exclusivo no estoque publico, em especial para ensacar o Milho do Programa Vendas em Balcão.
Penso que se não fez, está para fazer UM ANO.
Até hoje não vi nenhuma entidade ligada a floresta defender, nenhuma ONG, defender formalmente, nosso pleito. E esse plástico jogado na natureza está na nossa cara, aqui em Manaus. Tem entidades que só se esforçariam se tiver “convênio” com envolvimento de recurso financeiro.
Então, é mais do que lógico, como não há logística reversa para quem polui os igarapés de Manaus, certamente as sacarias de polipropileno, de plásticos, que ensacam o milho do governo federal em todo o Brasil estão sendo descartados na natureza, na zona rural, poluindo o que o mundo quer, e nós também, preservar.
E ainda tem gente contra a sacaria biodegradável, cultivadas por nossos juticultores?
Cadê as compras sustentáveis orientadas por TCU e CGU?
Prevalecer o menor PREÇO significa continuar vendo essas imagens (abaixo)…
Quanto ao trabalho do juticultor, recomendo perguntar a ele qual a atividade que deixa mais renda no ano? Pergunte a ele qual é o produto menos perecível que ele trabalha? Agora, o que falta é acabar o estudo em torno da tal máquina DESCORTICADORA e colocar no campo. Nunca vi um equipamento tão simples com tanta demora pra resolver os problemas…
Fica o alerta?
THOMAZ RURAL
















