Opinião do BLOG >
Muito boa essa matéria do BOM DIA AMAZÔNIA sobre a produção de grãos no sul do Amazonas que iniciou com entrevista do secretário de produção rural, o engenheiro agrônomo Petrucio Magalhães Junior. Os números vem sendo crescentes desde 2019, mas ainda pequenos em comparação a outros estados, e a nossa necessidade de não mais depender de outros estados (lembro que o estoque público está acabando, e não é culpa do atual governo, já vem de outros governos por razões de mercado. Essa é a verdade!).
Espero que não venha acontecer o retrocesso de anos atrás, pois o crescimento da produção de grãos no sul e o beneficiamento local pode vir a beneficiar o criador rural do estado que produz carne e ovos, itens fundamentais para a segurança alimentar e nutricional do nosso povo. Hoje, nossa dependência desses insumos de outros estados eleva o custo de produção, faz quebrar vários criadores rurais e, com isso, o desemprego, a falta de saúde, altos preços, dificuldade no aprendizado e o aumento da pobreza extrema.
Nosso estado é gigantesco, com realidades distintas, já apontadas em trabalho apresentado pelo IDAM nas cadeias prioritários no início do governo Wilson Lima, ainda na gestão da presidente Eda Oliva, a quem mando meu abraço e respeito. Esse trabalho mostra a diversidade de potencial em várias regiões, e o sul é propício para essa produção de grãos em total respeito às legislações. Certamente se a SEMA tivesse feito o ZEE (não só a SEMA atual, mas as do passado), com aprovação pela ALEAM, esse potencial já teria aparecido oficialmente dando tranquilidade a todos os envolvidos na atividade no sul e nos demais potenciais em todos as regiões do Amazonas. Até agora não entendi a razão da área ambiental neste e nos outros governos não ter priorizado o ZEE do Amazonas. O documento é ECONÔMICO e ECOLÓGICO, qual a razão de não andar? Isso já vem se arrastando nos últimos 20 anos. Volto a dizer, participei de três reuniões no gabinete da SEMA nos três meses iniciais do atual governo tratando exclusivamente sobre o andamento do ZEE, mas depois de três anos vi que o assunto passou para a SEDECTI. Que coisa!
Chamo atenção para o depoimento do presidente do IDAM, Valdenor Cardoso, que detalha, com conhecimento, toda a preocupação do Sistema SEPROR com a produção de grãos no sul do Amazonas, em áreas de “campos naturais” como mencionou o próprio presidente.
A volta do GCEA que reúne Conab, IBGE, IDAM e outros parceiros é fundamental para avaliar os números estatísticos do Amazonas.
Clique no link abaixo para ver a matéria no BOM DIA AMAZÔNIA…
Regularização Fundiária e Licenciamento ambiental no Amazonas é pauta urgente, até pra identificar quem não está seguindo a legislação e ser punido.
https://globoplay.globo.com/v/10207722/
THOMAZ RURAL

Depois de três anos, agora é com a SEDECTI, e faltando meses para encerrar o primeiro mandato do atual governo. E olha que o governador sempre pediu prioridade.



